O Esporte Interativo surgiu no ano de 2007, mas a partir do ano de 2018, o canal de televisão deixou de existir e o Esporte Interativo migrou apenas para o meio digital. Com essa mudança a sua programação passou a ser voltada para o site, as redes sociais e o aplicativo. Além de que, é possível perceber a produção de conteúdo específica para cada rede o que para alguns possa ser bom e para outros não.
Um exemplo disso é o fato de que a programação disponível no aplicativo só pode ser acessada por meio de assinatura, ou seja, caso o público esteja interessado em ver as transmissões dos jogos de futebol, bem como os programas ao vivo que são produzidos exclusivamente para o aplicativo, vai precisar pagar para conseguir olhar.
Ainda sobre o aplicativo, o EI Plus transmite apenas os jogos do Brasileirão em que os conflitos acontecem entre os times que possuem contrato ativo com a Turner.
Além disso, o Esporte Interativo trabalha com o infotenimento, misturando informação com comédia, utilizando da linguagem informal e popular para se comunicar com o objetivo de gerar uma aproximação com o público. Apesar disso funcionar bem para o meio digital, este formato pode causar irritação aos amantes de esporte por não apresentar seriedade ao tratar de um assunto que para muitos é de grande importância.
Aliás, o infotenimento utilizado em larga escala nas redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter e Youtube) ainda pode causar nas pessoas uma sensação de inveracidade. Portanto, ao fazer grande uso de piadas, palavras de baixo calão e dizeres populares nas notícias, o meio de comunicação pode passar a perder a sua credibilidade, principalmente aos olhos de pessoas que possuem maior entendimento sobre o assunto abordado.
