Por Pedro Bregolin
O grenal mais importante da história foi também o mais brigado em todos os sentidos – desde a disputa no campo até a briga que ocorreu.
O zero a zero foi um placar que não representa o que foi o embate. Tanto Inter quanto Grêmio colocaram bolas no poste, criaram chances e poderiam sair com a vitória. Com pelo menos quatro chances claras para cada lado, ambos os times jogaram um futebol do mais alto nível técnico e com momentos que um controlava o outro, por mais que no geral, o Inter teve um dominou um pouco maior.
O Grêmio foi melhor nos primeiros 15 minutos, com duas boas chances criadas, a principal na cabeçada do Diego Souza. Após isso, Inter equilibrou o jogo e chegou a assustar o grêmio de fora perigosa duas vezes até o final da primeira etapa.
Já o segundo tempo, o time de vermelho foi melhor e dominou o grêmio, principalmente a metade do tempo. Foram duas bolas no poste e o mandante não tinha jogo para responder o visitante.
Mas aos poucos o Inter perdeu a capacidade de causar perigo e quando todos esperavam um jogo sem gols… veio a briga.
Bem, o jogo acabou sem gols, mas a briga é que marcar o grenal. Oito expulsos na confusão que começou numa discussão na lateral de campo. Quatro vermelhos para cada lado, além de cinco amarelos.
Por mais que o que marque é a briga e nem vale apena a discrição dela detalhe por detalhe, após ela o Grêmio foi melhor nos últimos 10 minutos, tendo até uma bola no travessão.
Mas parece que o destino quis o primeiro grenal fosse um 0 a 0 e que fosse brigado e marcado por uma confusão. O tempo “raiz” dominou o grenal o primeiro clássico pela competição mais “raçuda” do mundo.
